Pela primeira vez na história da humanidade década de 1780, foram tirados da prisão do poder produtivos das sociedades humanas, que se tornariam capazes da multiplicação rápida, constante, e o presente ilimitado. Historiadores mais antigos tenderam a datar a Revolução Industrial por volta de 1760, mas uma investigação levou a maioria dos estudiosos levar como decisiva a década de 1780 e não a de 1760.
De homens, mercadorias e serviços. Este fato é hoje tecnicamente conhecido pelos economistas como a “partida para o crescimento auto-sustentável”. Nenhuma sociedade anterior tinha sido capaz de transpor o teto que uma estrutura social pré-industrial, uma tecnologia e uma ciência deficientes, e conseqüentemente o colapso, a fome e a morte periódica, impunham a produção.
Todos os índices estatísticos relevantes deram uma guinada repentina, brusca e quase vertical para a “partida”. A economia por assim dizer voava.
De fato a Revolução Industrial não foi um episódio com um princípio e um fim. Não tem sentido perguntar quando se “completou”, pois a essência foi a de que a mudança revolucionária se tornou norma desde então.
E ela ainda prossegue, quando as transformações econômicas elas chegaram longe o bastante para estabelecer uma economia substancialmente industrializada, capaz de produzir, em termos amplos, tudo o que desejasse dentro do limites das técnicas disponíveis, uma “economia industrial amadurecida”.
Na Grã-Bretanha, e portanto no mundo, este período de industrialização inicial coincide com o ponto de “partida” década de 1780, podendo dizer com presteza de compreensão que terminou com a construção das ferrovias e da indústria pesada na Grã-Bretanha na década de 1840. Mas pode com precisão dizer que em 20 anos que vão de 1780 a 1800. Se tivesse que haver uma disputa pelo pioneirismo da revolução industrial no século XVIII, só haveria de fato um concorrente a dar a largada: o grande avanço comercial e industrial de Portugal à Rússia.
Alguns pequenos Estados e regiões se industrializaram de maneira bem impressionante, como por exemplo, a Saxônia e a diocese de Liège, embora seus complexos industriais fossem muito pequenos e localizados para exercer a mesma influência revolucionária mundial dos complexos britânicos.
Mas é com clareza que até mesmo antes da revolução a Grã-Bretanha já estava, no comércio e na produção per capita, bastante á frente de seu maior competidor em potencial, embora ainda comparável a ele em termos de comércio e produção totais.
Mas ele não se deu á superioridade tecnológica e científica. Nas ciências naturais os franceses estavam seguramente à frente dos ingleses, vantagem que a Revolução Francesa veio acentuar de forma marcante pelo menos na matemática e na física, pois a França foi incentivadora. Até mesmo na ciências sociais os britânicos ainda estavam muito longe da superioridade que se fez, e em grande parte ainda faz da economia um assunto eminentemente anglo-saxão; mas a revolução industrial colocou-os em um inquestionável primeiro lugar. O economista da década de 1780 lia Adam Smith, pensador escocês Adam Smith procurou responder racionalmente as perguntas da época Seu livro A Riqueza das Nações (1776) é considerada uma das obras fundadoras da ciência econômica. Seu raciocínio era este: quando uma pessoa busca o melhor para si, toda a sociedade é beneficiada. Exemplo: quando uma cozinheira prepara uma deliciosa carne assada, você saberia explicar quais o motivos dela? Será porque ama o seu patrão e quer vê-lo feliz ou porque está pensando, em primeiro lugar, nela mesma ou no pagamento que receberá no final do mês? De qualquer maneira, se a cozinheira pensa no salário dela, seu individualismo será benéfico para ela e para seu patrão. E por que um açougueiro vende uma carne muito boa para uma pessoa que nunca viu antes? Porque deseja que ela se alimente bem ou porque está olhando para o lucro que terá com a venda? Ora, graças ao individualismo dele o freguês pode comprar a carne. Do mesmo jeito, os trabalhadores pensam neles mesmos. Trabalham bem para poder garantir seu salário e emprego. Portanto, é correto afirmar que os capitalistas só pensam em seus lucros. Mas também os fisiocratas e os contabilistas fiscais franceses. Os franceses produziam inventos mais originais como o tear.
Com o crescimento econômico a Revolução Industrial foi um verdadeiro jockey pô (disputa parecida com impar-par). Revolução Industrial também inaugurou um modelo de progresso profundamente materialista e individualista, sustentado pelos pressupostos de uma nova ciência: a Economia.
A Revolução Industrial, que abrangeu mais ou menos o período de 1760 a 1840 caracterizou-se pela transformação dos métodos de produção, isto é, pela passagem do sistema de economia doméstica para economia fabril e pelo aparecimento da máquina.
Em geral, a revolução industrial é associada à invenção da máquina a vapor, aparentemente porque ela permitiu maior mobilidade de localização e flexibilidade na disposição física do capital produtivo, isto é, no lay-out e das fábricas em si, assim como viabilizou a ampliação das escalas de produção. No entanto, sem se desprezar a importância que a máquina a vapor possa ter tido para a revolução industrial, sob certo ângulo de análise, essa percepção. generalizada, se não é completamente equivocada, deve ser devidamente qualificada.
A Revolução Industrial causou um grande impacto no processo produtivo em nível econômico e social. Podem-se distinguir três períodos no processo de industrialização em escala mundial: Em 1760 a 1850 – A Revolução se restringe à Inglaterra, a 'oficina do mundo'. A mais importante é a produção de bens de consumo, especialmente têxteis, e a energia a vapor.
Entre 1850 a 1900 A Revolução espalha-se pela Europa, América e Ásia: Bélgica, França, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Japão, Rússia. Cresce a concorrência, a indústria de bens de produção se desenvolve, as ferrovias se expandem; surgem novas formas de energia, como a hidrelétrica e a derivada do petróleo. O transporte também se revoluciona, com a invenção da locomotiva e do barco a vapor.
1900 até hoje – Surgem conglomerados industriais e multinacionais. A produção se automatiza; surge a produção em série; e explode a sociedade de consumo de massas, com a expansão dos meios de comunicação.
Avançam a indústria química e eletrônica, a engenharia genética, a robótica. Duas conseqüências se destacam:
1) diminuiu a oferta de trabalhadores na indústria doméstica rural, no momento em que ganhava impulso o mercado, tornando-se indispensável adotar nova forma de produção capaz de satisfazê-lo;
2) a proletariado abriu espaço para o investimento de capital na agricultura, do que resultaram a especialização da produção, o avanço técnico e o crescimento da produtividade. A população cresceu, o mercado consumidor também; e sobrou mão-de-obra para os centros industriais.
As invenções não resultam de atos individuais ou do acaso, mas de problemas concretos colocados para homens práticos. O invento atende à necessidade social de um momento; do contrário, nasce morto. Da Vinci imaginou a máquina a vapor no século XVI, mas ela só teve aplicação no, século XVIII. A invenção da lançadeira volante, por John Kay. O instrumento, adaptado aos teares manuais, aumentou a capacidade de tecer; até ali, o tecelão só podia fazer um tecido da largura de seus braços. A invenção provocou desequilíbrio, pois começaram a faltar fios, produzidos na roca.
Em 1767, James Hargreaves inventou a spinning jenny, que permitia ao artesão fiar de uma só vez até oitenta fios, mas eram finos e quebradiços. Em 1779, S Samuel Crompton combinou as duas máquinas numa só, a mule, conseguindo fios finos e resistentes. Mas agora sobravam fios, desequilíbrio corrigido em 1785, quando foi inventado o tear mecânico.
Cada problema surgido exigia nova invenção. Surgiu a cultura de massa. Essa combinação foi pelo fator de combinação entre o liberalismo econômico. Liberalismo Econômico ' criado para combater o mercantilismo'. O liberalismo é a filosofia econômica que liberta a circulação mercantil das restrições protecionistas preconizando a livre iniciativa e a livre concorrência. Com ele intensificam-se os empréstimos a juros que substituem o pecado de usura, e, por este processo, reforça-se o capital financeiro.
Pois as práticas não atendiam o capitalismo. 'O capitalismo' sistema de organização privada dos meios de produção e propriedade intelectual, (dirigem seus esforços em acumular capital) então é usada uma moeda de troca.
Para comprar serviços e produtos desejados. O capitalismo surge com a Revolução industrial e as revoluções burguesas.
As revoluções burguesas começaram com o declínio do feudalismo e no inicio da Revolução industrial.
Mas a grande Revolução Burguesa foi a Revolução Gloriosa, no Reino Unido, o poder do Rei era limitado pelo parlamento. Que era dominado pela burguesia. A Revolução industrial consolidou o capitalismo. Dividindo a sociedade em entre a burguesia e o proletariado. A sociedade era dividida em três classes sociais: o primeiro estado era o Clero, o segundo, a Nobreza e o terceiro os 'outros', ou seja, soldados, camponeses, operários, burgueses e a massa miserável da população. Em julho de 1789, com a tomada da Bastilha foi criada a Assembléia Constituinte, que suspendeu os poderes feudais. A ruptura com o mundo feudal é global, profunda e complexa e prolonga-se por alguns séculos.
O processo é multidimensional, evoluindo do Mercantilismo para o Liberalismo, da Manufatura para a Revolução Industrial, do Renascimento para o Iluminismo, aspecto importante para que se entenda a Revolução Industrial é o triunfo da idéias iluministas "Chamamos de Iluminismo o movimento cultural que se desenvolveu na Inglaterra, Holanda e França, nos séculos XVII e XVIII.
Nessa época, o desenvolvimento intelectual, que vinha ocorrendo desde o Renascimento, deu origem a idéias de liberdade política e econômica, defendidas pela burguesia.
Entre os fatos mais importantes do início da Revolução Francesa. A Bastilha foi construída durante a Guerras dos 100 anos (Guerra dos Cem Anos) identifica uma série de conflitos por motivos econômicos e políticos armados envolvendo a França e a Inglaterra. Ela foi a primeira grande guerra européia que provocou transformações na vida econômica, social e política da Europa.
A queda da Bastilha, no dia 14 de julho de 1789, marca o início do movimento revolucionário pelo qual a burguesia francesa, consciente de seu papel preponderante na vida econômica, tirou do poder a aristocracia e a monarquia absolutista.
Tópicos
•Revolução Industrial por volta 1780 e não a de 1760.
•“partida para o crescimento auto-sustentável”.
•Indústria pesada na Grã-Bretanha.
•Antes da revolução a Grã-Bretanha já estava, no comércio e na produção.
•O economista da década de 1780 lia Adam Smith.
•Pensador escocês Adam Smith procurou responder racionalmente as perguntas da época Seu livro A Riqueza das Nações (1776) é considerada uma das obras fundadoras da ciência econômica. Seu raciocínio era este: quando uma pessoa busca o melhor para si, toda a sociedade é beneficiada.
•Revolução Industrial foi um verdadeiro jockey pô (disputa parecida com impar-par).
•Surgimento de uma nova ciência: a Economia.
•A Revolução Industrial, que abrangeu mais ou menos o período de 1760 a 1840 caracterizou-se pela transformação dos métodos de produção.
•Grande impacto no processo produtivo em nível econômico e social.
•A revolução industrial é associada à invenção da máquina a vapor.
•Três períodos no processo de industrialização em escala mundial em 1760 a 1850 / 1850 a 1900 / 1900 até hoje.
•Duas conseqüências se destacam: 1) diminuiu a oferta de trabalhadores na indústria doméstica rural; 2) a proletariado abriu espaço para o investimento de capital na agricultura.
•A Revolução Industrial começa em 1733 com a invenção da lançadeira volante.
•Evolução do Mercantilismo para o Liberalismo, da Manufatura para a Revolução Industrial, do Renascimento para o Iluminismo.
•Aspecto importante para que se entenda a Revolução Industrial é o triunfo da idéias iluministas.
•Liberalismo Econômico ' criado para combater o mercantilismo'.
•O capitalismo' sistema de organização privada dos meios de produção e propriedade intelectual.
•1789, com a tomada da Bastilha foi criada a Assembléia Constituinte, que suspendeu os poderes feudais.
•A Guerras dos 100 anos.Sobre o Autor Nascido na cidade de Ubatuba - SP, morou em Campinas, estudou no Colégio de Aplicação PioXII, mudou-se para São Paulo onde fez curso técnico de Administração de Empresas. Cursou o primeiro ano de Economia no Centro Universitário Alvares Penteado - UNIFECAP e o primeiro ano de Admnistração de Empresas na Faculdades Integradas Rio Branco, atualmente está cursando a Universidade Bandeirante de São Paulo - UNIBAN o primeiro ano de Economia.
Trabalhou como gerente administrativo fincanceiro em um conceituado estudio de fotografia, foi gerente de Marketing de uma editora e trabalhou como Encarregado Administrativo Financeiro prestando consultoria empresarial em São Paulo - SP, onde foi mandado a trabalho para o exterior Espanha e França. Onde adquiriu experiências em toda a rotina Administrativa Empresarial e Financeira, renegociação de dívida ativa da união, e municipal. Conciliação bancária, faturamento/notas fiscais e cobrança , atuando em empresa de médio porte, adquirindo experiência no setor administrativo, desenvolvendo funções como coordenação da área administrativa, dando suporte direto a gerência e diretoria, responsável pela elaboração do orçamento anual e semestral da área administrativa, implantação de política de contenção de despesas na área administrativa, conseguindo ótimos resultados a médio prazo, responsável pelos seguros da empresa, conta corrente; coordenação de serviços de mensageiros e curriers, compra de materiais de escritório, responsável pela coordenação e controle de material de escritório, assim como toda parte administrativa.no Departamento Pessoal como: Registro de funcionários. Controle de Ponto, Elaboração de Folha de Pagamento, Emissão das guias de recolhimento, Rescisão de Contrato, entre outras rotinas eventuais. Conhecimentos intrínsecos às seguintes áreas: Departamento Pessoal (folha de pagamento, rescisão de contrato, vale transporte); Financeiro contas a pagar e a receber, pagamento de funcionários e fornecedores) e contato com clientes, recepção, interface com fornecedores habilidade para lidar com situações que exijam discernimento e competência para a tomada de decisões rápidas, contando com experiência administrativa e operacional do escritório. Contato com empresas do ramo publicitário das maiores agências de São Paulo, contratação treinamento e análise de desempenho de funções e de tesouraria controle de contas correntes, aplicações, contas a pagar e a receber, controle de estoque, compras, fechamentos.
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