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REPERCUSSÃO DO ÚLTIMO ARTIGOFique realmente muito satisfeito com a grande quantidade de e-mails a respeito de meu último artigo Técnicas milenares para controle do estresse (MEDITAÇÃO), publicado em três partes. Os pedidos de envio de novas técnicas foram tantos, que decidi escrever este agradecimento, pois constatei mais uma vez, a extrema carência que os profissionais do mercado possuem quando o assunto é qualidade de vida, o cuidado com o próprio corpo deveria ser matéria obrigatória em toda e qualquer empresa, já que sem uma “máquina corporal” em funcionamento perfeito, não seremos capazes de produzir com eficiência e eficácia. É mais ou menos como se tivéssemos um super carro, magnífico, fantástico, mas constantemente, esquecemos de colocar óleo em seu motor, deixamos ele sempre na reserva, não o limpamos direito, não fazemos as devidas manutenções e para completar, quando chegamos em casa o deixamos ligado na garagem, certamente este carro não vai durar muito tempo, não vai conseguir o desempenho estimado pelo seu fabricante e também não vai possuir uma aparência muito agradável, concordam? Como explanei no artigo citado, nossa mente deve sofrer uma “faxina” diária, em muitos casos devemos fazer mais de uma por dia, a quantidade de estresse que acumulamos, desencadeia processos geradores de doenças em nosso corpo e também em nossa mente, precisamos nos manter diariamente em plena atenção, observando tudo o que nos afeta de maneira benéfica e maléfica, somente assim seremos capazes de descobrir o que nos ajuda a cumprir nossa jornada diária e o que nos prejudica, precisamos estar sempre atentos, precisamos sentar e observar. Lembre-se! Assim como seu corpo, sua mente precisa de alimento, exercício e descanso, e é durante os momentos em que imergimos nas profundezas de nossa mente e relaxamos o nosso corpo, que nosso cérebro processa as milhares de informações recebidas durante o dia, eliminando o que não precisamos e assimilando o que julga necessário para a sobrevivência e bom funcionamento de nossa “máquina corporal”. Usando um exemplo moderno, é como se diariamente tivéssemos que realizar um “backup mental”, salvando o que é primordial e jogando na lixeira tudo aquilo que não serve mais. Por isso, não deixe de buscar formas de exercitar e manter limpa a sua mente, e com o passar dos dias você perceberá o quanto sua vida se tornará mais feliz, produtiva e livre dos malefícios do estresse. Em breve estarei publicando novas técnicas milenares para controlarmos o estresse, e todos os problemas gerados por ele. Agradeço pelo carinho de todos os leitores que me escreveram e peço paciência aos que ainda não receberam minha resposta, em breve farei contato com todos. Fábio Azevedo www.saladetreinamento.blogspot.com Autor:Fábio Azevedo Category:Saúde e Bem Estar Acessos201 Avaliações4 Avaliação Média5 Publicado em2008-04-15 Repor as Energias!Após um longo dia de atividades, depois de superar os desafios e adversidades do dia-a-dia, depois de muitas conquistas, realizações pessoais e profissionais é necessário recarregar as baterias. Criar uma reserva de energia para as atividades que estão por vir. Mas como repor as energias, relaxar, fazer exercícios se não há tempo nem para executar as atividades padrões e básicas do dia-a-dia? Como repor as energias com casa, família, carro, finanças... Tantas coisas para fazer? Isto é possível? Sim, por mais incrível que pareça isto é possível, e não requer prática e tão pouca habilidade. O que é preciso ser feito é simples, eficaz e garante uma melhor qualidade de vida. Veja só! Imagine-se parado no meio do trânsito em horário de pico, de pé na fila do banco esperando para pagar as contas, no ônibus lotado logo pela manhã... Normal? Sim, mas é exatamente nestes momentos que é possível repor nossas energias. Como? Enquanto estamos de pé na fila do banco, podemos movimentar discretamente os nossos pés, girando-os no sentido horário e anti-horário, podemos fazer os mesmos movimentos com os nossos punhos, nosso pescoço, com os nossos braços. Quem sabe ainda arriscamos um espreguiço, esticando o corpo todo, alongando desta forma a nossa coluna. Outro exemplo muito simples e eficaz é: enquanto estamos parados no transito, dentro de nossos carros, podemos cantar uma música que gostamos e que nos faz bem, podemos ainda arriscar alguns movimentos laterais e de inclinação e elevação da nossa cabeça, aliviando o estresse que se localiza em nossa nuca, pescoço e até mesmo nos ombros. Podemos ainda movimentar os nossos braços, esticando-os e dobrando-os levemente. Quando estamos de pé no ônibus lotado, é possível fazer algum exercício que renove as nossas energias? É sim, e não é difícil de ser feito. Vejamos alguns conceitos primordiais para exercícios dentro de um meio de transporte coletivo: em primeiro lugar devemos respeitar as pessoas que estão à nossa volta, desta forma não podemos nos esticar muito, pois certamente iremos esbarrar em alguém, e não podemos também cantar em voz alta, pois nem todos possuem os mesmos gostos que nós, o que fazer então para repor as energias e aliviar o estresse? Podemos ouvir uma música que nos agrade, colocar os fones de ouvido em uma altura de volume agradável para nós e que não atrapalhe as outras pessoas que estão á sua volta, é possível ainda ler um bom livro, uma revista, um jornal. Isto tudo sem contar com o apoio dos novos meios de comunicação móvel que os transportes públicos estão acrescentando em seus veículos. Visando o bem estar público e de seus passageiros, as empresas de transporte coletivo criaram as redes de TV fechadas, que transmitem informativos, receitas diversas, as últimas notícias do Brasil e do Mundo, entrevistas, informação sobre o trânsito, sobre o tempo e muitas outras informações, que geram um entretenimento com o público nos meios de transporte coletivo. Todas estas atividades são excelentes exercícios físicos e mentais, capazes de repor as nossas energias e tirar o nosso foco das situações corriqueiras e preocupantes do dia-a-dia. Arrisquem algumas destas atividades, ou até mesmo outras que sua imaginação criar como “fuga” do estresse diário. Todo tipo de atividade extra, que de alguma forma gere um bem estar, uma alegria maior em seu dia é válida. Aprender a viver bem é dever de todos, e é mais fácil do que imaginamos! Viva bem, viva o lado bom de ser vivido! Muito Sucesso Thiago Cury Autor:Thiago Cury Category:Saúde e Bem Estar Acessos330 Avaliações2 Avaliação Média4 Publicado em2008-02-07 Reportagem do FantásticoNo dia 31/08/2008 foi exibida no Fantástico uma reportagem que tem como chamada à frase “Família brasileira encolheu nos últimos 35 anos. Por que será que os casais estão optando por ter menos filhos?”. No decorrer da reportagem são mostrados casais que por iniciativa própria decidiram não ter filhos, e ainda mostraram outras pessoas que achavam aquilo absurdo, como se fosse uma aberração, como se o ser humano estivesse na terra apenas para procriar. Coisa de louco. Foi dito na reportagem ainda que estão pensando em realizar campanhas para promover a natalidade, e aí é que o bicho pega, pois eu não entendo como alguém pode dizer uma coisa destas sendo que o povo passa fome por falta de alimentos, por falta de empregos, e será que ninguém pensa nas favelas que são verdadeiras cidades de desempregados ou pessoas empregadas em sub-empregos. E ainda querem promover a natalidade. Muito bem, o Brasil tem sido chamado de país de terceiro mundo pelos povos de todo o planeta e não é de se espantar mesmo, com essas idéias verdes que o povo tem só pode dar em terceiro mundo mesmo. Tanta coisa pra se preocupar, tanta gente passando fome, sem emprego, sem casa, sem condições dignas de vida, e alguns gênios ainda querem aumentar ainda mais a população. Isto só pode ser idéia da elite dominante que quer mais mão de obra barata. Se alguém precisa de um exemplo bom a esse respeito é só observar a China, é isto mesmo o pai das olimpíadas de 2008, que deslumbrou o mundo, mostrando um país que conseguiu sair da miséria e da descrença para chegar ao estágio de potencia financeira e tecnologia. Pra quem não sabe a China passou por um período de miséria absoluta, com taxas de natalidade extremamente altas, promovendo assim o desemprego a fome a criminalidade (por exemplo, a Guerra do Ópio), entre outros fatores (todos desagradáveis) e só conseguiu se restabelecer novamente utilizando meios drásticos para isto. Um deles foi o controle de natalidade, ou seja, diminuindo a população aumenta a oferta de emprego, as empresas pagam mais pelo trabalho escasso as famílias ganham mais e a qualidade de vida melhora, não há a necessidade de criar novas escolas, pois as escolas são suficientes para a quantidade de crianças, conseqüentemente o pai (ou a mãe) ganhando mais, pode sustentar a casa e a mãe (ou pai, um dois), pode ficar com os filhos que são poucos (um ou dois), resgatando assim a fraternidade na família. Ou até mesmo em outra situação, unido um outro fator importante, a diminuição da carga horária de trabalho, aumentando a quantidade de turnos e diminuindo o desemprego, mas aumentando possibilidade de realização pessoal, sendo que todos podem trabalhar, o marido e a esposa, o marido trabalha de manhã e cuida das crianças à tarde, e a esposa trabalha a tarde e cuida das crianças de manhã, ou vice versa, chega de estranhos cuidando de nossas crianças, assim todos ficam felizes. Vamos parar de pensar em “linha de montagem de crianças”, pois de nada adianta colocar crianças no mundo se ele não estiver preparado para recebe-las. Muito bem pra encerrar este pequeno bate papo eu deixo uma frase da musica Imagine de John Lenon: Você pode achar que eu sou um sonhador, Mas eu não estou sozinho, ... E um dia você estará conosco ... Por favor deixe seu comentário... E acesse meu blog: www.blogaodomaurao.blogspot.com Autor:Mauro Gloria Junior Category:Política Acessos127 Avaliações1 Avaliação Média5 Publicado em2008-09-09 RepresentaçãoO que representa o tempo sem voçê ao meu ladominha amada. Apenas sinto na pela um frio amargurado. O que representa a vida sem ti longe de min minha amada. Apenas me sinto so em um lugar sem fim O que representa as pessoas sem ti. Apenas marcam presença em algum lugar por ai. O que eu represento para ti minha amada. Tudo porque o eu sem vc sou um nada. Autor:Rafael Felipe Category:Mensagens Acessos677 Avaliações1 Avaliação Média5 Publicado em2006-08-16 Repúdio a Renan CalheirosÉ injusto com o nosso povo as ações que você e seu bando vêm realizando na história da política alagoana e brasileira. Bando porque, você sozinho não têm poder, você está sendo apoiado por meia dúzia de corruptos que por décadas surrupiaram os cofres do nosso estado e fizeram de Alagoas uma vaca leiteira onde todo mundo “mama”. Ficou evidente para todos que você não “caiu” ainda porque sabe demais, deve saber mesmo, Vossa Excelência comanda o Senado Federal há cinco anos, com certeza sabe de muita coisa. É por gente como você que o alagoano é conhecido como corrupto em todos os estados brasileiros. Não vou citar outros Corruptos ilustres (do seu bando) que faliram moralmente o nosso querido estado. Esse não é o foco da questão. O foco é que as atitudes deste senador estão envergonhando pessoas de bem, de tradição e de respeito em nosso estado. Recentemente, fui a Recife – PE, e fiquei constrangido em plena Praia de Boa Viagem quando um vendedor ambulante que passava pelo meu carro e notou a placa de Maceió, falou: - Você é da terra do Renan, é? Queridos leitores, eu tive que me defender. Eu deixaria pra lá se ele tivesse ofendido a honra de minha mãe. Prontamente eu respondi: - E Renan tem terra nenhuma! Não possui nem meio palmo de terra no nome dele! Eu não quero ser conhecido por viver numa terra de corruptos que querem continuar no poder à força. O senhor não pode fazer milhares de alagoanos passarem vergonha nacionalmente por um capricho de vossa vaidade. A honra e a dignidade do nosso povo foram roubadas por você Senador. Lembre da população que em sua maioria é um povo honesto e trabalhador que luta para viver num estado falido, um povo que não merece essa humilhação. Por que o Senhor não apresenta logo sua defesa e acaba com a agonia de nossa gente? Se Vossa autoridade fosse tão inocente como diz, já estaria tudo resolvido. Por que Vossa excelência não denuncia tudo que sabe dando início a uma nova era na política brasileira? Deve ser porque políticos como você não almeja o desenvolvimento, pelo contrário, visam o atraso. É importante manter todo um estado na mediocridade cultural e no atraso educacional, já que um povo ignorante elege qualquer um que tenha dinheiro e mantenha seu curral eleitoral bem “alimentado”. É a velha e boa política do pão e circo, dá-se ao povo somente o necessário para sua sobrevivência. Pare de envergonhar o nome do estado que deu seu mandato. O povo não se orgulha mais do Presidente do Senado. A máscara caiu, todos já sabem que não existe político bonzinho, há somente aqueles que colaboram para obstruir a justiça e a democracia brasileira. Autor:David Motta Category:Política Acessos294 Avaliações1 Avaliação Média4 Publicado em2007-07-16 Requisitos do AssociativismoNo dia 10 de outubro de 1963, pouco mais de vinte proprietários e diretores de pequenos, médios e grandes supermercados fundaram a Associação do Comércio Varejista das Empresas de Supermercados do Estado de São Paulo (APCVESESP). Esse foi o primeiro registro inerente ao processo associativista. Nas associações, os empresários, pequenos investidores ou empreendedores, podem, em conjunto, decidir, apoiar e coordenar as ações que visam definir qual a melhor alternativa para o desenvolvimento de suas organizações empresariais e gerar oportunidades de negócios na região. Requisitos básicos para a sobrevivência das associações: a) IDENTIDADE - (Identificação única); A identidade visual é obrigatória visando impactar o mercado. É essa identidade que define, em última análise, o core business, ou seja qual é o foco de atuação do negócio, a direção pretendida pelo negócio. O processo de Comunicação inicia-se com a construção de uma identidade visual única para todos os associados. É preciso que o consumidor perceba, em todas as lojas integrantes da associação, uma unidade de fachada, de sinalização interna, de departamentalização (lay-out), de uniformes dos colaboradores, de sacolas e design de saída dos check-outs. b) UNIDADE – (Linguagem única); A unidade de linguagem precisa ser dimensionada através do estabelecimento de padrões. É impossível garantir que o consumidor perceba qualidade, sem que alguns diferenciais de linguagem sejam aplicados. O primeiro e mais importante diz respeito aos próprios empresários que comporão a associação: todos deverão utilizar um discurso igual ou semelhante. Vencida essa etapa é necessário estabelecer uma linguagem padrão para os colaboradores, especialmente aqueles que terão como obrigação de suas funções lidarem com o público consumidor. Ao atender o telefone o colaborador deverá obedecer a um padrão, por exemplo: “Supermercado Xis, Rede Ipsilon, bom dia, boa tarde, boa noite.” Essa linguagem no entanto não se resume ao falar, mas principalmente na adoção de atitudes capazes de identificar os integrantes da associação. O corpo fala e as atitudes são muito mais importantes do que palavras. c) ENVOLVIMENTO – (Conscientização participativa); As associações, de certo modo, foram construídas a partir do modelo democrático. Historicamente grupos de artesãos foram os primeiros a reunirem-se debaixo de uma bandeira com objetivos comuns, para fazer frente ao processo de Revolução Industrial que se avizinhava na Europa no Século XVIII. Daí em diante cresceu a consciência de que o modelo democrático é muito bom, mas para funcionar precisa de envolvimento e de participação. Essa participação só é possível pela tomada de consciência de que é a única forma de garantir que as decisões e de que as ações adotadas no conjunto possam satisfazer as necessidades individuais, reduzindo desta maneira, a possibilidade de distenção no grupo. O erro mais comum cometido pelas associações é a delegação. Normalmente o processo de formação das associações é extremamente prejudicado pela falta de participação e pela falta de compromisso de seus integrantes. É necessário encarar a associação como uma extensão do seu negócio, como uma verdadeira geradora de oportunidades e de benefícios. d) COMPROMETIMENTO – (Acreditar). De nada adianta envolvimento, sem compromisso. A sobrevivência de qualquer sistema associativo depende do comprometimento. É preciso, antes de tudo, imaginar o que o associado pode fazer pela associação porque o crescimento destadeste é a garantia do crescimento do associado. O maior erro cometido pela maioria das associações é justamente este:esta organizar-se, montar uma diretoria e os associados acreditarem –erroneamente- que só a diretoria é quem deve trabalhar. Comprometimento é uma palavra derivada de compromisso. É preciso ter compromisso pessoal consigo mesmo e compromisso com o grupo, sem isto não há como uma associação funcionar a contento. Benefícios adquiridos: a) RECRUTAMENTO, SELEÇÃO E TREINAMENTO; Um dos maiores gargalos do ramo supermercadista é a taxa de turn-over, ou seja, a taxa de rotatividade da mão-de-obra empregada. Essa taxa onera as empresas que perdem, da noite para o dia, todos os investimentos feitos em qualificação e requalificação da mão-de-obra e amargam custos variáveis ainda maiores em razão dos encargos incidentes sobre os recisórios. Assim é necessário que a associação ofereça serviços de recrutamento e seleção capazes de garantir a redução da taxa de rotatividade, buscando no mercado profissionais qualificados previamente pelos menores custos possíveis. Ao lado desses serviços será preciso investir com muita convicção em treinamento de pessoal. Só o treinamento garantirá, no médio prazo, a construção de uma equipe de colaboradores capazes, motivados, tecnicamente conhecedores de suas habilidades e comprometidos com os planejamentos estratégico, tático e operacional de cada uma das pessoas jurídicas integrantes da Rede. O diagnóstico da situação atual é o primeiro passo para o estabelecimento de uma POLÍTICA DE RECURSOS HUMANOS que contemple a excelência em matéria de aquisição e manutenção de talentos individuais capazes de bem representar os interesses dos associados. Como instrumento de Recursos Humanos será necessário realizar, de plano, uma pesquisa de clima organizacional e posteriormente analisar situações de acordo com a capacidade individual de cada colaborador visando mesmo readequar funções e estabelecer as bases para um plano de cargos e salários onde o sentimento de pertencer a uma organização de sucesso seja, ao mesmo tempo, agregador e capaz de produzir resultados de longo prazo. b) ASSESSORIA DE MARKETING; Indispensável no planejamento e no dimensionamento e na construção de cenários que determinam, em primeiro instante, as possibilidades de movimentação no mercado. Os cenários são de extrema importância para que os associados compreendam onde estão e onde pretendem chegar. São os cenários que apontam as bases para um excelente Plano de Marketing que determine e contemple com precisão, o posicionamento da associação perante o mercado, a análise da concorrência, os pontos críticos de sucesso, as estratégias de curto, médio e longo prazo, os diferenciais que poderão ser ofertados ao mercado e, sobretudo, qual será a forma de abordar o mercado, ou seja, como os associados irão comunicar-se com o mercado? Que idéias, ideais e mensagens pretendem transmitir em sua estratégia de comunicação visando atingir os objetivos propostos. No plano estritamente operacional, a função Marketing cuidará de estabelecer uma linguagem universal compreendida por todos: associados, clientes internos (colaboradores) e clientes externos (consumidores). Traçará também, metas e objetivos de relacionamento com fornecedores, visando parcerias comerciais que possibilitem a obtenção de vantagens para ambas as partes (fornecedor/associado). A análise sistemática do mercado possibilitará obter ganhos em competitividade uma vez que depois de descobertas as estratégias dos concorrentes se torna muito mais fácil combatê-las ou copiá-las (benchmarketing). c) ASSESSORIA OPERACIONAL No plano operacional estão inclusas táticas de administração de logística, de armazenagem e reposição contínua de mercadorias. O objetivo maior dessa assessoria e reduzir ao mínimo aceitável o tempo de giro dos estoques. A administração responsável de estoques e de logística têm como base garantir o produto certo, no momento certo, no lugar certo. O custo de estocagem é impermissível ao varejista e reflete-se negativamente na rentabilidade do negócio: quanto menor o giro, maior o custo. A regra e simples. A logística deverá compreender uma série de procedimentos implantados ao longo do tempo, capazes de garantir um mínimo de ocupação de espaços físicos para estocagem de produtos e a redução das quebras ocasionadas por má gestão. Um Plano de Administração de Logística incluirá, inclusive, o planejamento para a formação futura de um Centro de Distribuição onde a administração de estoques poderá ser feita de maneira centralizada, reduzindo custos fixos e variáveis. Além disso será necessário que todos os envolvidos entendam o que á a cadeia de valor e qual a sua importância para o processo de conquista e manutenção de clientes: A cadeia de valor tanto mais próxima estará da realidade quanto mais aproximar-se das necessidades e das expectativas dos clientes. É parte de um processo contínuo que leva em conta as atividades de recebimento, produção, vendas e expedição de acordo com as perspectivas ditadas pelos clientes que alimentam um sistema de informações capazes de determinar seu comportamento e facilitar o direcionamento dos fornecedores em suas estratégias de modo a garantir o fornecimento hoje e sempre de produtos adequados. d) ASSESSORIA JURÍDICA Ao par de todo o processo de implantação de uma associação desse porte, uma Assessoria Jurídica tem papel de fundamental importância na defesa dos interesses dos associados. Analisará, sempre que necessário, os contratos fechados em nome da associação. Essa assessoria terá por finalidade além de realizar os trâmites relativos ao registro da associação, auxiliar, zelar e defender os associados em aspectos cíveis, tributários e trabalhistas, judicial ou extra-judicialmente. e) ASSESSORIA DE INFORMÁTICA É inegável o valor da informática no cotidiano das empresas. É praticamente impossível o gerenciamento de qualidade e principalmente a gestão do negócio sem os fundamentos de dados que assegurem a decisão certa no momento certo. Também está se tornando impossível realizar bons negócios frente ao volume cada vez mais crescente de fornecedores e de obrigações que o varejista normalmente assume e que nada tem a ver com o core business de seu negócio, ou seja, comprar bem e vender melhor ainda. A informática assume papel de extrema importância na medida em que oferece dados confiáveis sobre compras e vendas e, principalmente, sobre os hábitos de consumo dos clientes freqüentadores das lojas. É com base nesses dados que as decisões poderão ser tomadas com maior confiabilidade e agilidade, garantindo maior rentabilidade do negócio, sem falar na facilidade de relacionamento com os clientes face à formação de banco de dados específicos que armazenem seus dados pessoais, suas preferências, suas necessidades e expectativas. Pode-se adotar ainda um cartão de relacionamento com o cliente para cadastros ou créditos pré-aprovados, reduzindo o tempo de espera em filas e aumentando o grau de satisfação desses consumidores. Soluções como comércio eletrônico através da Internet tornam-se cada vez mais usuais com a vantagem de tratar-se de tecnologia cada vez mais popular e acima de tudo, de baixíssimo custo. Numa das pontas a Internet pode ser usada para realizar compras em sistema de cotação, liberando o varejista para cuidar mais da loja. f) ASSESSORIA FINANCEIRA Como todo negócio que visa lucro, uma associação empresarial não pode abrir mão de um rigoroso controle financeiro que poderá ser feito através de sistemas eletrônicos de trocas de arquivos. Esses controles devem ser efetivados em relação à associação, mas poderão servir de base para os associados individualmente, em especial, na análise de formação de custos e preços, na análise do fluxo de caixa e no comportamento do mercado. Procederá também, análise preliminar para eventuais candidatos a integrar a associação, essa assessoria tem ainda por finalidade garantir que as receitas e as despesas sejam realizadas dentro do planejamento adotado e aprovado pelos associados. Cuidará ainda dos ativos financeiros e fará uma análise de conjuntura econômico-financeira e quanto a investimentos e a captações de recursos junto a instituições privadas. Garantia de qualidade na gestão orçamentária e financeira, nos controles de caixa, de bancos de contas a pagar e a receber, a Assessoria Financeira é responsável pela gestão dos créditos e débitos da associação, garantindo que os compromissos assumidos sejam saldados nas datas respectivas. Para os associados promove uma análise das receitas e das despesas de modo a possibilitar a melhoria do processo de gestão do negócio. g) ASSESSORIA COMERCIAL A Assessoria Comercial atua em duas áreas distintas: compras e vendas. Em ambas as áreas tratará de obter vantagens para os associados. Na área de compras buscando excelência de procedimentos visando obter os melhores preços, prazos e condições de pagamento possíveis. Essas ações incluem, por exemplo, no relacionamento com os fornecedores, o estabelecimento de negociações que contemplem pelo menos os seguintes critérios: • Enxoval; • Verba de abertura de loja; • Desconto em Nota Fiscal; • Bonificação na entrega do produto; • Verba de publicidade; • Promotor nas lojas; • Degustação; • Contribuição percentual sobre as compras efetivadas ao fornecedor; • Inscrição em sistema eletrônico de compra e venda; • Verba de introdução de produto; • Verba de aniversário de loja; • Verba de re-inauguração de loja. Por outro lado, na área de relacionamento com clientes, essa assessoria deverá garantir que a satisfação dos clientes esteja em primeiro lugar, que seja levado ao extremo o princípio de que quem manda é o freguês. Para isto comercial deverá interagir com as demais áreas da associação (Recursos Humanos e Marketing, por exemplo) visando assegurar-se da implantação, operacionalização e manutenção de, no mínimo, os seguintes serviços: • Telemarketing, 0800, Internet, • Cartão de Relacionamento; • Atendimento personalizado; • Ações promocionais no PDV; • Serviço de Atendimento ao Cliente; • Ouvidoria (Onbudsmann); • Entregas em domicílio; • Caixa de sugestões; etc. Desafios do associativismo: Necessidades dos pequenos varejistas: a) CAPACIDADE DE AÇÃO PARA MEDIR SEUS PRÓPRIOS CUSTOS O associativismo funciona como impulsionador da reflexão sobre as próprias vivências experimentadas pelos supermercadistas, assim a medição de custos deixa de ser uma atividade empírica baseada no senso comum e passa a funcionar com o auxílio do rigor científico. Os custos serão dimensionados, nesse particular, a partir de dados concretos que possibilitem a tomada de decisão fundada na melhor solução possível e não em crença e ilusões adquiridas pelo hábito cotidiano. Reavaliar a composição de custos do negócio supermercadista é imperativo para a sobrevivência, só que esse mesmo supermercadista precisa estar disposto ao aprendizado que a associação possibilita. b) IDENTIFICAÇÃO DE SEUS DESPERDÍCIOS Os desperdícios estão em toda parte, começam nos lares e potencializam seus efeitos negativos no mundo dos negócios. Sem falar nas quebras de produtos por erros de manipulação na área de perecíveis, as perdas por furtos, roubos e laceração ultrapassam o limite do aceitável. O primeiro passo para superar esse problema é medir, atividade que a maioria dos supermercadistas ainda desconhece. A associação ao par de distribuir vantagens, pode auxiliar os associados na implantação de processo capazes de recuperar essas perdas e incorpora-las à rentabilidade final do negócio. c) RECONHECIMENTO DE SEUS PONTOS FRACOS Mudar é preciso, mas mudar como se nem mesmo a capacidade de identificar as dificuldades parece possível? Assim a associação promove a reflexão sobre as próprias ineficiências do supermercadista de modo a contribuir para o reconhecimento de seus pontos fracos e, sobretudo, de como atuar de forma pró-ativa para superá-los. d) CORREÇÃO DE SEUS ERROS A superação dos erros só poderá ser alcançada a partir da tomada de decisão de mudar, e mudar para melhor, aprendendo a cada dia com o grupo, compartilhando experiências e vivências, transformando o negativo em uma vantagem competitiva, estabelecendo alianças estratégicas para o desenvolvimento de uma visão mais ampliada das soluções para os problemas. e) APRIMORAMENTO DE SEUS ACERTOS Se por um lado a cultura associativa terá que condenar os erros e apontar caminhos para solucioná-los, por outro recompensará os acertos. Na prática essa valorização é seguida do reconhecimento, geralmente público, de que este ou aquele associado melhorou sensivelmente. Essa melhora decorre do ato de “provar o remédio amargo” da mudança. É preciso ter coragem e humildade para suportar a mudança, mais do que isso, é preciso amar o que se faz para alcançar os objetivos traçados. A instituição de prêmios entre os associados pode ser um excelente ingrediente de estímulo e recompensa pelos acertos. Outra prática que pode ser adotada é a competição sadia entre os associados, de modo que um sempre queira superar o outro, dentro de um modelo pré-determinado, ganham todos: supermercadista, fornecedores, clientes e colaboradores. Visão de Mercado: a) Profissionalização da Operação b) Qualidade de Atendimento c) Prestação de Serviços Desafios: a) PODER DE COMPRAS Para os pequenos varejistas o desafio é gerar escala. Como conquistar o respeito do fornecedor se o pequeno normalmente não tem escala? Aí é que surge a vantagem da associação: reunidos os varejistas ganham força para barganhar na negociação, para exigir propostas mais vantajosas para todos. É deixar o plano individual e partir para o coletivo. b) COMUNICAÇÃO & MARKETING Isolado, o varejista realiza ações promocionais de curto prazo de pouco ou nenhum impacto sobre o mercado. Seus recursos são reduzidos, seu poder de impactação é limitado e a ação da concorrência é implacável. Trata-se de um círculo vicioso que elimina a possibilidade de progresso porque por mais que o varejista tenha excelentes estratégias, tenha excelentes idéias, estará sempre acorrentado à limitação de ação prática, imposta pela falta de recursos. A pulverização de suas verbas ocorre em meio a uma enxurrada de propaganda contrária, surtindo efeitos quase sempre muito abaixo das necessidades de crescimento impostas pelo mercado. c) ACESSO A CAPITAL COMPETITIVO Os custos de capitalização estão cada vez mais onerosos para pequenas e médias empresas. Empréstimos tomados às instituições financeiras podem, em última análise, levar ao encerramento precoce do negócio. Outro ponto a considerar é a falta de atração do mercado financeiro em relação ao indivíduo, ou seja, é mais fácil dizer não a um só do que a um conjunto de empresários unidos em torno de um objetivo comum. d) ACESSO A TECNOLOGIA Novas tecnologias demandam altos investimentos. Seja em equipamentos, seja em formação, treinamento e desenvolvimento de equipes operacionais, o componente tecnologia sempre está acompanhado da necessidade de investimentos de monta. A união em torno de uma associação possibilita o compartilhamento de tecnologia, o rateamento dos investimentos e, por conseqüência, democratiza o acesso de pequenas e médias empresas às ferramentas tecnológicas mais atualizadas, possibilitando a otimização de tempo e, principalmente, da aplicação de recursos. e) LUCRATIVIDADE Administrar uma empresa com lucratividade, significa, antes de tudo, exercer o papel criador e motivador de otimização dos processos, de busca incessante pela qualidade, de satisfação do cliente. Há que não se confundir lucratividade com margem de contribuição. Iludidos pelo uso da margem de contribuição, muitos varejistas ainda acreditam que estão “lucrando” os 40% de margem que adicionam ao preço de compra dos produtos. Isto é lenda, é preciso desmistificar esse conceito errôneo que se formou e entender, de vez, que lucro não é a mesma coisa que margem. Category:Liderança Acessos13 Avaliações0 Avaliação Média0 Publicado em2008-11-22 Requisitos para Projetos de Gestão do ConhecimentoGestão do Conhecimento A Gestão do Conhecimento tem foco não apenas em ferramentas, mas nos processos organizacionais de geração, acúmulo e compartilhamento de conhecimento. Porém, sua aplicação só trará resultados práticos quando guiada por requisitos empresariais. Requisitos Estruturais A Gestão do Conhecimento deve ter como foco o retorno a ser obtido para os negócios da empresa. A abordagem a ser considerada deve alinhar a estratégia da Gestão do Conhecimento com as estratégias de negócio, focando os processos chaves e de tomada de decisão e avaliando os resultados com os conhecimentos a serem adquiridos. Descrevem-se, a seguir, os enfoques que devem ser considerados na escolha de um plano de Gestão do Conhecimento: 1) Requisitos de Negócio: dependem do ambiente competitivo, da disponibilidade de recursos de produção, do valor do Capital Intelectual para os seus negócios e do Retorno sobre o Investimento (ROI) obtido com a sua aplicação; 2) Estratégia do Conhecimento: define como o conhecimento é usado para a sua competitividade e no atendimento dos requisitos de negócio. A estratégia dever ser personalizada para a empresa, pois a sua abrangência depende de se o negócio faz uso intensivo do conhecimento ou se o negócio é viabilizado por conhecimento adquirido; 3) Aplicações de Conhecimento: identificação de negócios que devem ser focados nos objetivos da estratégia do conhecimento e no atendimento aos requisitos de negócio; 4) Medição dos Resultados: quantificação do progresso com relação aos requisitos do negócio e os objetivos da Gestão do Conhecimento. Devem também ser medidos o progresso das ações na cultura com relação a colaboração e compartilhamento. Requisitos Culturais Gestão do Conhecimento também é uma disciplina da cultura empresarial, pois atua nos processos humanos e na estrutura social da empresa com os requisitos de compartilhamento, colaboração e inovação. A obtenção de mudança cultural é um dos aspectos mais importantes em qualquer programa de Gestão do Conhecimento, sendo um dos maiores responsáveis nas falhas de implementação. A seguir, abordam-se três dos mais importantes enfoques que devem estar num programa de Gestão do Conhecimento a ser implantado: 1) Papéis operacionais e responsabilidades: devem ser formalizados papéis e responsabilidades para controle de qualidade e integridade dos conteúdos dos repositórios, mediadores de comunidades de especialistas, patrocinadores de programas de Gestão do Conhecimento e para controle do fluxo de informação e conhecimento da empresa; 2) Incentivos e reconhecimento: devem ser estimuladas, reconhecidas e premiadas as iniciativas de compartilhamento e colaboração, destacando o valor que estas iniciativas têm para a empresa; 3) Espaço e tempo para a captura e colaboração: a empresa deve estimular formalmente uso de uma parcela da jornada de trabalho para compartilhamento e criação de conhecimento no relacionamento entre os empregados. Requisitos Tecnológicos Gestão do Conhecimento é um processo de negócio multidimensional, que permeia todas as áreas da empresa. Apresenta uma mistura de discernimento e expertise das pessoas com um intenso processo de trabalho colaborativo, facilitado por amplo acesso aos recursos de informação interconectados da empresa. Este ambiente requer a utilização de múltiplas tecnologias disponíveis no mercado, muitas já estabilizadas, outras ainda em desenvolvimento. A Gartner Group, empresa de consultoria em gestão empresarial e tecnologia de informação, identificou 10 funções tecnológicas a serem consideradas nas iniciativas de Gestão do Conhecimento da empresa: 1) Capturar e armazenar: consiste em captura de conhecimentos tácito e explícito e armazenamento na forma explícita. Dentre as formas de captura estão o uso de ferramentas de apresentação, processadores de texto, planilhas e correios eletrônicos, assim como tecnologias emergentes como a de reconhecimento de voz ou produção digital de áudio e vídeo. 2) Pesquisar e recuperar: essas têm sido das principais atividades da Tecnologia de Informação, embora sua utilização tenha estado limitada às pessoas que têm familiaridade com esses recursos. A Gestão do Conhecimento requer tecnologia mais avançada e interfaces amigáveis que permitam utilização facilitada, independentemente de localização, tipo e formato dos dados. 3) Enviar informações críticas para indivíduos ou equipes: envio das informações selecionadas devem ser feito para as pessoas cadastradas ou cujo perfil atenda aos requisitos para recebimento. O envio é feito por correio eletrônico, workflow ou tecnologia push, podendo restringir-se a notificações de mudanças ou obsolescência no conteúdo de matérias de interesse. 4) Estruturar e navegar: esquema de classificação dos recursos de informação da empresa e método para navegar na sua estrutura. O processo de classificação pode utilizar hierarquias, taxinomia ou redes de semântica mas, em todos os casos, deverá refletir o modelo cognitivo do usuário para a informação em vez de modelo de implementação no computador. 5) Compartilhar e colaborar: um dos objetivos da Gestão do Conhecimento é conectar as pessoas e estimular a colaboração. A tecnologia fundamental que conecta as pessoas é o groupware, que está na maioria das implementações de Gestão do Conhecimento e evoluindo para utilizar recursos que permitam a comunicação em tempo real entre as pessoas, agilizando o processo de compartilhamento e colaboração. 6) Sintetizar: estas funções automatizam ou facilitam a descoberta de novos conhecimentos e discernimentos a partir de informações disponíveis em produtos desde inteligência de negócio até técnicas de descoberta automatizada (ex.: pesquisa em dados – data mining, perfis e texto). 7) Criar perfil e personalizar: estas funções auxiliam no alinhamento e organização de pessoas em grupos de interesses comuns em determinadas informações. 8) Resolver ou recomendar: função que incorpora regras de negócio em sistemas informatizados, apresentando soluções ou recomendações. 9) Integrar com as aplicações de negócio: neste caso, a Gestão do Conhecimento pode ser implementada de duas formas, como processo básico para gerenciar o conhecimento da empresa ou processo adicional a ser integrado a sistemas de gerenciamento de recursos empresariais (ERP, CRM). 10) Atualização (Manutenção): a construção de uma solução de Gestão do Conhecimento requer definição e população de numerosas estruturas de dados que são alimentadas de maneira contínua, ocorrendo habitualmente a obsolescência ou desatualização de parte desses repositórios. Esta técnica busca notificar os responsáveis pelas informações quando determinadas regras de controle de expiração e mudanças em documentos são atendidas, notificando os responsáveis quanto a necessidade de modificar as informações armazenadas. Desafios a superar A implantação de programas de Gestão de Conhecimento traz novos aspectos que devem ser prévia ou simultaneamente trabalhadas nas empresas, pois constituem os maiores desafios para seu sucesso. Apresentam-se a seguir, esses aspectos. Category:Liderança Acessos6 Avaliações0 Avaliação Média0 Publicado em2008-11-22 RESENHA ENRON - OS MAIS ESPERTOS DA SALAQue maravilha é o mundo dos negócios, a forma dinâmica com que lidam com os problemas encontrando soluções bastante práticas, às vezes revolucionárias, para alcançar os seus objetivos empresariais de forma eficiente e eficaz, o grande engodo é quando a sede por lucros exorbitantes acaba sobrepujando a ética e os bons costumes. É o que narra o documentário “Enron – Os mais espertos da sala”, que conta a saga, ou melhor, a queda de uma das maiores empresas norte-americanas após a descoberta de um esquema fraudulento de “maquiagem” contábil. A Enron foi fundada em 1985 quando a Hoston General Gás comprou a InterNorth, embora seu objetivo social fosse a distribuição de energia, a empresa conquistou excelentes resultados por meio de “outros investimentos”, incluindo freqüência de internet, risco ambiental, mas a entidade econômico administrativa do Tio San era especialista mesmo no colarinho branco, fraude e em especulação financeira, A companhia texana possuía uma excelente reputação, era fiscalizada por mais de uma empresa de auditoria, foi homenageada pela revista FortuneMagazine por seis ano seguidos (1996 à 2001) como "a empresa americana mais inovadora", com todos os olhares voltados para ela não demorou muito para que o mercado desconfiasse a origem de lucros tão agressivos mesmo em meio a crises. Por traz desta imagem escoteira de empresa sólida escondia-se um lobo sedento que em nome dos “negócios” usava a téquinica contábil “Mark to marker”, e com as parcerias de outras empresas e bancos, ficou extremamente fácil manipular o balanço financeiro e esconder um débito de mais de US$ 25 milhões de dólares. O mundo da Enron caiu quando, após uma considerável queda de suas ações de US$ 86 para US$ 0,30, o governo dos Estados Unidos levantou uma série de investigações comprovando que a mesma inflava os contratos e lucros, os bons números só existiam no papel. A investigação expôs o envolvimento de ex-executivos, contadores, advogados, transformando a corporação norte-americana de uma hora para outra no pivô de um dos maiores escândalos empresariais da história mundial, e agora que os números passaram a ser analisados com lupa, o desencaixe apurado é um buraco de US$ 9 bilhões de dólares. Alem disso, pessoas prejudicadas pela Enron moveram um processo contra a companhia. Em “Enron – Os mais espertos da sala” todo esse cenário é explorado brilhantemente com direção e produção de Alex Gibney de forma ágio e bastante cínica, não podendo ser diferente, o humor fino é um ingrediente a mais para o telespectador que irá acompanhar toda a loucura e o caos de uma empresa que, por optar pela “graninha fácil” afunda no mar da própria cobiça, e falta de ética transborda nessa empresa que é um verdadeiro manancial de corrupção. Talvez os termos técnicos do mundo dos negócios, próprios das Ciências Contábeis, Administração e economia, dificultem para o mais leigo um entendimento mais profundo do documentário, contudo nada que prejudique o filme que é garantia de uma boa diversão e educação. Moral da história “a pessoa que se vende recebe sempre mais do que vale” (Barão de Itararé). Autor:Claudson Dantas Category:Ética Acessos91 Avaliações0 Avaliação Média0 Publicado em2008-10-25 Resenha A arte da Guerra - do livro de Sun tzuCapitulo 1 ESTUDOS PRELIMINARES Guerra é uma grande questão para uma nação, é a terra da morte e da vida, é o modo de sobrevivência e de destruição, e devem ser examinadas. RESPOSTA: Esta frase é o ideal para estrategistas. Podemos ver aqui tanto empenho e comando. Tornar a decisão certa, a fim de obter a vantagem para a sobrevivência empresarial. Capitulo 2 A GUERRA 2- Comumente, para uma operação de guerra são necessários mil carros rápidos, de quatro cavalos, mil carroções revestidos de couro, também, de quatro cavalos, e cem mil homens protegidos com armaduras de malha. Resposta: Pode ser encarado, a partir de uma perspectiva empresarial. Se você está indo para gerenciar uma empresa, há tanto o que se fazer para dar o arranque inicial. Existem custos e despesas em curso, que deve ser contabilizado. Um bom exemplo do que pode acontecer quando as pessoas esquecem isso. Quanto maior for o nosso esforço é, mais elevado é o custo. É importante ter as melhores ferramentas. Em termos de negócios deve visar à maximização do lucro, minimização dos recursos utilizados e da minimização do tempo necessário para a obtenção de novos recursos. É sobre a sua eficácia operacional. Seja na guerra ou de negócios. Capitulo 3 Plano de Ataque 3- Na guerra , de modo geral, a melhor política é tomar um Estado intacto. Arruinando-o, seu valor diminui. É preferível capturar o exército inimigo a destruí-lo. Aprisionar intacto um batalhão, uma companhia ou um grupo de cinco homens é bem melhor do que destruí-los. Porque obter uma centena de batalhas não é o acúmulo da habilidade. Dominar o inimigo sem o combater, isso sim é o cúmulo da habilidade. Portanto, na guerra é de suprema importância atacar a estratégia do inimigo. Resposta: Podemos dizer que a melhor estratégia para sobreviver neste tipo de economia está em perseguir e capturar um novo mercado antes de qualquer concorrência direta venha para ela. Determinar se é possível perseguir um objetivo específico sem competição direta. E se alguém tem de lutar, ele garante a vitória para eles. Este capítulo está focado usando uma força para esmagar a oposição sem utilizar uma grande quantidade de esforço. Esta tarefa se tornar eficaz através do desenvolvimento de uma economia competitiva de ofensiva que envolva toda a organização da oposição, utilizando superior posicionamento e, em seguida, diplomacia e pela ameaça de força direta. Capitulo 4 Disposições 4- Desde tempos antigos, os guerreiros capazes sempre se tornaram invencíveis e aguardam o momento fraco do inimigo. A invencibilidade depende de cada um, assim como a vulnerabilidade do inimigo depende dele mesmo. Resposta: O sábio líder estratégico e sua equipe de profissionais através de sólida preparação e conhecimento antes do conflito nunca começam. A fase pré-jogo começa com ele. E só ele não se preocupa com que a oposição vai fazer. A posição estratégica, ou a arte de criar a posição estratégica está preste a ser formada. Quando estiver a forma, você pode governar o ambiente e, assim, controlar tudo o que acontece dentro do local. Capitulo 3 Plano de Ataque 3- Na guerra , de modo geral, a melhor política é tomar um Estado intacto. Arruinando-o, seu valor diminui. É preferível capturar o exército inimigo a destruí-lo. Aprisionar intacto um batalhão, uma companhia ou um grupo de cinco homens é bem melhor do que destruí-los. Porque obter uma centena de batalhas não é o acúmulo da habilidade. Dominar o inimigo sem o combater, isso sim é o cúmulo da habilidade. Portanto, na guerra é de suprema importância atacar a estratégia do inimigo. Resposta: Podemos dizer que a melhor estratégia para sobreviver neste tipo de economia está em perseguir e capturar um novo mercado antes de qualquer concorrência direta venha para ela. Determinar se é possível perseguir um objetivo específico sem competição direta. E se alguém tem de lutar, ele garante a vitória para eles. Este capítulo está focado usando uma força para esmagar a oposição sem utilizar uma grande quantidade de esforço. Esta tarefa se tornar eficaz através do desenvolvimento de uma economia competitiva de ofensiva que envolva toda a organização da oposição, utilizando superior posicionamento e, em seguida, diplomacia e pela ameaça de força direta. O Capitulo V começa com uma observação geral sobre a batalha e comando. O tamanho da força é um fator para determinar nossas ações como comandantes e líderes. Referindo-se ao comando geral e batalha específica, Sun Tzu estabelece as condições que permitem que este seja assim. Comando problemas decorrentes das dimensões da unidade comandada são minimizadas pela subdivisão eficiente e adequado comando organização. Assim, em geral pode ter um constante pessoal, com os quais, permitem a dispersão de comando decisões sem exigir a sua contribuição direta no processo. A subdivisão da força permite a subdivisão das tarefas, a autonomia e a iniciativa da força sub - unidades, e a atribuição de responsabilidade e autoridade para níveis adequados. Clarificando estrutura permite clareza de propósitos e controle. Coesão no meio da difusão trazidas pela batalha é facilitado em unidades grandes e pequenas, da tecnologia da comunicação e técnica. Permitir comunicações em geral certeza de que a mensagem tenha obtido através de todos os que precisam saber, sejam elas grandes ou pequenas. Assim, o comandante em chefe pode ser tão certo como a unidade líder que a mensagem chegou ao seu destino. Conhecimento e do controle sobre a nossa força na batalha é conseqüente à função desta comunicação, a todos os níveis. As regras não mudam, independentemente do tamanho do nosso ou de nossos inimigos. Para os pontos fracos do nosso adversário. Manter posicionar na vanguarda das nossas mentes. Claro que a dificuldade de filtragem estabelece nossa estratégia através da organização é proporcional à dimensão da empresa. Um processo deve ser sempre desenvolvido com clareza e visão antes de uma organização é formulada. As pessoas que irão trabalhar bem em conjunto, desde que haja um ambiente limpo e visão clara do seu papel e das suas responsabilidades. Business to Business, ou simplesmente B2B: São as transações de comércio entre empresas. Uma empresa vendendo para outra empresa é B2B. É a sigla mais famosa e acaba representada toda a outra abaixo quando generalizada. Um exemplo é a venda material de escritório para empresas ou a compra de insumos para a produção de bens. 1.Geralmente, comandando de muitos é como comandante de uns poucos. É uma questão de dividi-los em grupos. Fazendo batalha com um grande exército é como fazer batalha com um pequeno exército. É uma questão de comunicações através de bandeiras e galhardetes. O que isso quer dizer? Resposta: Um processo deve ser sempre desenvolvidas com clareza e visão antes de uma organização é formulada. Depois de uma estratégia está decidido e missão são atribuídas, o líder deve assegurar a equipe (independentemente do número), o resultado do seu trabalho pode afetar a grande imagem. Isto requer uma "boa e clara comunicação", um plano. As pessoas que irão trabalhar bem em conjunto, desde que haja um ambiente limpo e visão clara do seu papel e das suas responsabilidades. Capitulo 6 Pontos Fracos de Fortes De uma maneira geral, quem primeiro ocupar o campo de batalha está à vontade . Quem chegar mais tarde ao local e imediatamente se atirar para o combate, já estará cansado. Resposta: O defensor, sobretudo se ele tiver escolhido e ocupar o campo de batalha em primeiro lugar, pode ter um descanso e preparar-se melhor respeitando as intenções e as ações. O atacante, certamente se ele tem pressa no campo, mostra tanto suas intenções e expõe os pontos fracos na sua formações de logística enquanto ao ataque. Tendo a vantagem de visão, o paciente geralmente defensor pode assumir a iniciativa devido à melhor preparação feita e, explorando os pressupostos e fraquezas do atacante. Capitulo 7 Movimentos estratégicos Normalmente, quando há um exército a utilizar, o general recebe suas ordens do seu soberano, concentra tropas e procede a mobilizações. Transforma suas forças num todos harmonioso e acampa-as. Resposta: O general do exército tem que ter um mandato claro para executar as operações militares. Do mesmo modo, tem de ter possibilidade de influenciar decisões de forma eficaz. Negócios e guerra são semelhantes. A condição pode mudar rapidamente. Portanto, há necessidade de se prever e ajustar a tempo. Se uma ordem é enviada para ser executada no exército ou negócio não é claro, em seguida, decisões não podem ser tomadas rapidamente. Na vida, isto pode acontecer quando as empresas são dirigidas por muitos proprietários que querem ter uma única palavra a dizer como o negócio deve ocorrer e têm opiniões contraditórias sobre a forma como deve ser gerida. Capítulo 8 Nove Fatores variáveis Normalmente, o sistema para o emprego de tropas inicia-se com a recepção, pelo comandante, de um mandato, do seu soberano, para proceder à mobilização e formar os exércitos. Não deverás acampar em terreno baixo. Em terreno contíguo, junta-te aos teus aliados. Não deves demorar-te em terreno pobre. Em terreno fechado, usa imaginação. Em terreno de morte, luta. Há algumas estradas que não devem ser percorridas; algumas tropas que não devem ser atacadas; algumas cidades que não devem ser assaltadas; algum terreno que não deve ser disputado. Resposta: Nos negócios a interpretação referida poderia soar como: existem empresas que não podem ser ultrapassadas, uma vez que são duas fortes concorrentes. Existem preço e guerras com determinadas empresas que você não quer começar, já que podem ser líder de mercado. Penso na Toyota durante algum tempo foi líder no mercado como fabricaram carros com menor número de peças e eles tinham a menor produção de erros racionais. Existem mercados que não deve ser mexido. Jack Welch, é um executivo americano fez carreira na General Electric, onde tornou-se o principal executivo, fechou e desativou unidades além de ter comprando outras companhias. Em sua gestão, de 1981 a 2004 o valor de mercado da companhia saltou de 14 bilhões para 410 bilhões de dólares. Jack Welch é, atualmente, diretor da Jack Welch, LLC, onde trabalha como consultor para um pequeno grupo de 500 CEOs empresariais da Fortune, proferindo palestras para pessoas e estudantes de diversos países. Afirmou que General Electric vai ser número um ou dois em determinado mercado ou GE irá deixar esse mercado. Penso que a parte mais interessante é a última. Existem comandos que não deve ser obedecido. Ora, se não forem cumpridos, então comandos de gestão logo estará quebrado. Prefiro dizer que existem comandos os quais não deve se fazer ouvir. Capitulo 9 As ações Regra geral, ao ocupar-se uma posição frente ao inimigo, após a travessia de montanhas, mantém-te próximo dos vales. Acampa em terreno alto e voltado para o lado solheiro. Combate descendo; não subas para atacar. E é quanto basta no que se refere à ocupação de posições em montanhas. Após atravessares um rio, afasta-te um pouco dele. Quando o inimigo, cruza águas não lhe dês encontro mesmo nas margens. Há vantagem em permitir que metade da sua força atravesse e só depois o atacar. Resposta: Atravessar o rio é apenas um exemplo de uma situação em que não se pode usar toda a força, uma vez que seu movimento acalmou. Nos negócios, pode ser comparado com o custo de um investimento que mão pode recuperar. É esperar quando o adversário fez seu investimento e investiu bastante dinheiro. E não alterar a sua decisão rapidamente. Capítulo 10 Natureza do Terreno O terreno, conforme a sua natureza, pode ser classificado como acessível, traiçoeiro, irregular, apertado, profundo e distante. Terreno que nós como inimigo podemos cruzar como igual facilidade é chamado “acessível”. Em Tal tipo de terreno, quem primeiramente ocupar posições altas, solheiras e convenientes para a suas linhas de comunicação, combaterá com mais vantagens. Terreno de onde é fácil sair mais difícil de lá se tornar, é “triçoeiro”. Está na natureza do terreno deste gênero que, se o inimigo não estiver preparado e tu executares um golpe certeiro, poderás vencê-lo. Se porém, estiver atento e o enfrentares mas não os venceres, terás dificuldade em te livrares. Não é vantajoso. Terreno desvantajoso, para ambas as partes, de entrar é “irregular”. Está na natureza deste terreno que, mesmo que o inimigo me ofereça um engodo, eu não o tomo e, em vez disso, procuro atrair o inimigo afastando-me. Quando metade da sua força tiver me seguindo, posso então atacá-lo com vantagem. Resposta: Ele usa o conhecimento para ganhar controle desses terrenos, olha para o terreno para transformá-lo em seu benefício. Existem vários caminhos para o sucesso. Pode-se fazer referência a esses "fundamentos", como fases da vida. Da abordagem de estudar as diferentes fases e preparar-se para elas. A ansiedade e agitação são trazidas pelo inesperado. Assim enfatizando a importância de se preparar para o que está por vir á frente para que você não fique surpreendido. Mesmo quando algo está ali para a tomada de decisão deve-se se ter cautela. Devemos sempre nos preparar para o inesperado se a nossa estrada parece fácil ou difícil. Desenvolver uma estratégia, em que você tem a maior vantagem e conta para a sua habilidade para obter o trabalho realizado. Fazer as coisas corretamente dá incentivo para seguir em frente. Tempo gasto confirma as fases iniciais de uma campanha. E concede o inimigo um tempo de vantagem. Esta é também uma excelente ocasião para os nossos inimigos poder nos atacar. Estas são as ramificações de uma falta de preparação. Quando resultados dos nossos cálculos do campo de batalha for perigoso e nos fornecer resultados desfavoráveis não devemos avançar. Cada um dos dois lados do conflito sabe que essas condições são desfavoráveis para qualquer exército. Não devemos ficar inertes e ignorar nossos cálculos. Sabemos as nossas próprias forças e fraquezas. Assim, sabemos onde podemos fazer a batalha com sucesso. Este deve ser um princípio para um estrategista. Ganhar a primeira posição favorável permite a nossa estratégia a ser implementada, enquanto a nossa energia é recuperada e podemos ver claramente que o nosso adversário está fazendo. Novamente saber quando o inimigo tem a mão superior e as suas chances de vitória. Geralmente subordinados querem liderança. Acima de tudo as pessoas querem ser um líder. Mas às vezes não são lideres natos, mas podem tornar lideres. Eles querem saber se existe um plano em prática e que será seguido por meio de seus frutos. Esta qualidade de liderança não é possível sem uma grande idéia, organizada, elevando o grau de articulação. Capítulo 11 Os nove tipos de terrenos No que respeita ao emprego de tropas, o terreno pode ser classificado como “dispersivo”, “fronteiriço”, “chave”, “comunicante”, “focal”, “perigoso”, “difícil”, “cercado” e “mortal”. Quando um senhor feudal combate no seu próprio território, encontra-se em terreno dispersivo. Resposta: Conflito assume muitas formas diferentes. Cada conflito exige uma nova tática para o confronto com os quais ele é equivale à própria batalha que estamos familiarizados. Não gastar recursos e energia em ganhar alguma coisa que você já possui. Os nossos esforços devem ser orientados para avançar e ganhar novos territórios. Quando as fases iniciais aparentemente fáceis têm, de manter o plano, e agressivamente avançar para o nosso objetivo. O nosso inimigo pode estar planejando uma emboscada. Quando é claro que você e seu oponente estão em uma flexibilidade para a mesma posição a nossa melhor chance de vitória seria ilusório em oposição a um ataque frontal. Uma artimanha iria chamar o inimigo longe do seu objetivo pretendido. Alianças podem, ser parte, integrante do vencedor. Foi dito que nunca se pode ter a muitos contatos. As pessoas que estão em concorrência mostrariam apoio para um ou outro. O comércio mostra que pode ser outra forma de interseção. Cabe-nos sobre a utilização destas situações e sabiamente forma significativa às relações onde podemos. “Dispersivo” terreno, nosso adversário está tentando capturar algo que nos pertence. O nosso ataque inicial é garantido. Fronteiriço terreno - contra forças que competem para a mesma vantagem. Chave terreno - O terreno trabalha em favor de ambas as partes opostas. A maneira mais eficaz de sobreviver nesta situação é a "... alimentação fora do inimigo". Chegamos a esta situação fazendo esforços para evitar a batalha. Uma vez que estamos empenhados na batalha, a nossa sobrevivência é primordial para qualquer outra coisa. Quando circunstâncias parecem insuperáveis, devemos ter em mente que o tempo são apenas temporários. Não há, medidas que podem desempenhar-se. Estamos comissionados para manter consciente e em sintonia com o bom curso de ação. Em circunstâncias normais, em terreno cercado estamos ocupados com a cabeça em combater enquanto a posição do nosso inimigo é mais favorável do que nós. Tempo para nós preparar é inexistente. Nossa sobrevivência está verdadeiramente sobre a linha em terreno mortal. Esta será uma sangrenta batalha. A única opção neste cenário é esmagadora vitória. É preciso não poupar custa para aniquilar o nosso adversário. Se a nossa unidade dá a luz a nossa força, então ele só resulta que a nossa divisão dá a luz a nossa fraqueza. Como tal, o hábil guerreiro é capaz de criar divisões nas fileiras do seu inimigo. Estas divisões irão consumir a energia do nosso inimigo e sua concentração na batalha será frustrada. Isto proporcionará os nossos momentos de entrar e atacar. Vemos os benefícios da divisão do inimigo. Assim é torna-se fácil de ultrapassar o nosso adversário. Capitulo 12 Métodos de ataque com fogo Há Cinco métodos de se atacar com fogo. Com o primeiro queima-se gente, com o segundo, as provisões, com o terceiro, o equipamento, com o quarto, os arsenais e com o quinto, servimo-nos de mísseis incendiários. Para o emprego do fogo deve-se contar com alguns meios. Resposta: Fogo é uma arma que, uma vez implementadas continuará atacando por conta própria. Há uma necessidades muito pequena para começar um incêndio. Quando o líder regras com a cabeça fria tornando prudente decisões. Sua tentativa de evitar um conflito deve ser a todo o custo. Prudência é perdida no meio do conflito, quando nos comportamos com a emoção. Se o nosso inimigo está lutando com a cabeça fria, estamos condenados, na maioria dos casos. Capitulo 13 O uso de espiões Quando se equipa um exército de cem mil homens e se envia para uma campanha distante, as despesas compartilhadas pelo povo e pelo tesouro ascendem a mim peças de ouro diárias. Haverá nervosismo no meio do povo e fora dele, as pessoas esgotar-se-ão com as constantes requisições para trabalhos de carga e a vida de setecentos mil lares altera-se-à. Resposta: Se você deseja envolver-se em qualquer atividade, não particularmente militar, então você precisa preparar um plano financeiro - de forma que você está indo para financiar operações. Quanto mais tempo a operação, a mais difícil de estimar com precisão os custos do mesmo. Guerras são como projetos, o que eles já são, mais eles estão subestimados. Há mais estimativas á serem feitas. Contabilidade é tão importante para o sucesso de uma campanha como qualquer outro elemento da estratégia. Controlar as despesas nos permite manter os recursos necessários para os futuros empreendimentos. Temos de adaptar um conjunto moderadamente quando participam de conflitos. Autor:Jayro Sant´Ana Junior Category:Planejamento Estratégico Acessos4936 Avaliações6 Avaliação Média4.83 Publicado em2008-04-15 Resenha da obra Constituição, Criminalização e Direito Penal Mínimo, de Janaina PaschoalA autora Janaina Paschoal teve como tema da sua tese de doutorado a questão abordada na obra "Constituição, Criminalização e Direito Penal Mínimo", e segundo o ilustre doutrinador Miguel Reale Núnior ela conseguiu quebrar a unanimidade a respeito do elenco de bens jurídicos que estão presentes no texto constitucional, aprofundando vários problemas como a da suposta inconstitucionalidade da lei descriminalizadora de norma penal editada em cumprimento de mandamento constitucional. Não há como falar em correta aplicação do Direito Penal sem se levar em conta a Constituição Federal, as regras, os tipos penais, devem estar em perfeita sintonia com as diretrizes traçadas pela Carta Magna, no entanto, a autora aprofunda o pensamento desta relação existente, contestando, inclusive a forma como a Constituição de 1988 é criminalizadora quando observados princípios básicos do Direito Penal, haja visto tratar-se a carta mãe da lei maior à qual todos os regramentos devem seguir, e que muitas vezes acaba servindo de escopo para intervenção estatal desmedida. A respeito do bem jurídico penal, a autora tece considerações sobre o pensamento de diferentes estudiosos que na história desenvolveram teorias que fossem capazes de delimitar o grau de intervenção do Estado detentor da função garantidora de proteção da sociedade, ou seja, do bem jurídico. Nesse sentido aduz de forma coerente que a norma penal deve ser cumprida com o fim de garantir a proteção do bem jurídico em geral, e não só do mais importante à sociedade, pensamento este trazido pelos estudiosos funcionalistas, mas obviamente se atentando mais enfaticamente ao pressuposto básico do ordenamento jurídico, que nada mais é que o direito a dignidade humana. A autora chama atenção do leitor quanto à importância do fato de que é preciso que o Estado não leve em conta o poder que detém nas mãos de aplicação do regramento jurídico como forma de exploração do indivíduo no que diz respeito à proteção do bem jurídico. É o Estado que detém o poder de aplicação das leis, e ao homem, como ser social, cabe o dever de obedecer essas leis, de forma a não transgredir aquilo que venha a ser considerado como crime, que é salientado no Direito Penal pelos tipos penais, tanto é que o Código Penal Brasileiro não traz em seu corpo aquilo que "não" se deve fazer, mas sim traz o que pode acontecer ao marginal, por exemplo, quando furta a bolsa de uma velhinha no meio da rua. Isso é a funcionalização da qual a autora se refere na primeira parte de seu livro, ao abordar a questão do bem jurídico penal, pois se trata da eficácia da aplicação normativa, a busca pelo controle adequado, utilizando meios corretos, de forma eficiente. Assim, chega a comentar que o mal de um homicídio não é o cadáver, mas sim o ataque do autor à vigência da norma que proíbe matar, aduzindo que a pena serve para estabilizar expectativas (p. 41). Apesar de ter um cunho bastante histórico com várias citações de diversos autores famosos, a autora consegue trazer de maneira bastante fácil os principais pontos acerca da matéria sob estudo, tanto que acaba aludindo a respeito dos demais autores de forma bastante observadora. Admiradora de Miguel Reale Júnior, expõe ser ele o maior representante da concepção material de delito, da busca dos bens jurídicos penais existentes dentro da sociedade, e afirma ainda que desde os primórdios a busca incessante pelo correto conceito de bem jurídico penal traz a idéia de forma geral de limitação do poder de punir por parte do Estado, levando-se em conta a subsidiariedade, fragmentaridade e lesividade, princípios que fazem surgir a noção de que nem tudo dentro da sociedade pode ser considerado bem jurídico penal, mesmo que seja tutelado, sendo que o bem jurídico em si serve mesmo como fonte limitadora de atuação do Estado. Essa é a conclusão a que chegam os defensores das teorias institucionalistas, que ao analisarem, inclusive a perspectiva material incubem aos legisladores a identificação do bem jurídico penal, devido à necessidade do seu reconhecimento nas leis. Com relação às teorias constitucionalistas, apesar de também buscarem a limitação do poder punitivo estatal, mostra-se que é através do texto da Constituição Federal que esperam limitar a criminalização, levando-se em conta os valores constitucionais e os direitos fundamentais garantidos pela Carta Mãe em relação ao Direito Penal. Dessa forma aduz que é possível deduzir que, enquanto o constituinte busca os bens jurídicos penais na sociedade, o legislador os retira da Constituição (p. 49). Sem dúvida alguma é importante levar-se em conta os valores sociais ditados pela Constituição na aplicação da norma penal, a exemplo da própria liberdade do homem, que é o valor assegurado pela constituição que serve como meio de penalização ao indivíduo que comete delitos de vários tipos, infringindo a dignidade penal, ou seja, atentando à tutela de determinado bem da sociedade. Esse bem, para estes defensores da teoria constitucionalista integram a ordem constitucional, relevantes que são para a conservação do convívio social saudável. Segundo a autora coloca, as teorias anteriores à constitucionalista não se preocupavam com o que viria a "ser" o bem jurídico penal, mas sim "onde" se encontravam, sendo que o legislador era quem escolheria o bem a ser protegido pelo Direito Penal. No entanto, tantos os funcionalistas como os constitucionalistas defendem que o bem jurídico tem a função limitadora de atuação do Estado. Assim sendo, a Constituição seria um limite "negativo" do Direito Penal, que proíbe certas condutas, de acordo com autores como Pietro Nuvolone, Marcello Gallo entre outros. Mas dentro da concepção da teoria constitucionalista também existem os defensores do limite "positivo" que a Constituição pode impor ao Direito Penal: "... para a máxima intervenção estatal ser admissível, não basta que a lei penal não entre em conflito com a Constituição, devendo, necessariamente, recair sobre condutas que firam os valores de relevância constitucional" (p. 59). Em que peses a singularidade da obra, rica em doutrina e fatos históricos, a autora afirma que a Constituição exerce uma limitação "positiva" sobre o Direito Penal, limitando a tutela penal aos bens que são fundamentais à sociedade, ou seja, que estão presentes, na maioria das vezes, no texto constitucional, a exemplo dos direitos fundamentais garantidos pela Carta Magna. Além de se ater a fatos históricos, sem dúvida a obra é muito rica de comentários a respeito do cotidiano, como quando a autora comenta a respeito da necessidade de se ouvir os meios de comunicação para se poder observar a garantia que deva ser dada pela Constituição a um determinado bem através da criação de uma lei penal para tutela-lo, servindo a Lei Maior não como limitadora do direito de punir, mas sim como legitimadora da eficácia da intervenção punitiva. Ou seja, realizar o ideal de um Direito Penal Mínimo, o qual não se possa conviver com a Constituição que traga necessidades automáticas de criminalização, mas sim merecedoras de tutela. Já quase no final da obra, no quinto capítulo, observa-se evidenciada a obrigatoriedade de criminalização que resulta da tomada da Constituição enquanto fundamento do Direito Penal, quando, como expõe a autora, tanto o bem jurídico quanto as teorias adotadas constitucionalistas servem como limite ao referido direito. Limite este dado pela possibilidade de intervenção estatal quando necessária para garantir ao indivíduo a proteção adequada dentro do convívio social. Dessa forma, recomenda-se a leitura da obra por todos os profissionais e estudantes que labutam com o direito, haja vista a concisa investigação realizada da medida a que o Estado social e democrático deve limitar as ações da sociedade, observando-se os princípios básicos da Constituição Federal. Porém não apenas se reconhecendo o bem jurídico a ser tutelado, mas principalmente se há a real necessidade de proteção para aquele bem. E como conclui a autora: "... em um Estado social e democrático de direito, o legislador sabe o máximo a que pode chegar, não existindo, no entanto, um mínimo previamente determinado" (p. 148). Category:Direito Acessos2344 Avaliações38 Avaliação Média4.87 Publicado em2007-04-16 Resultados 61 - 70 de 128
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