Resultados 1 - 3 de 3 Meu nome é Hugo e eu compartilho arquivosPor lógica, quando você paga por alguma coisa essa coisa passa a ser sua e você pode fazer com ela o que quiser, basicamente. Desde que respeite os direitos do autor. Por exemplo: eu comprei um livro, o livro é meu e eu posso ler, queimar, rasgar, dobrar as orelhas, fazer anotações e principalmente compartilhá-lo. Sim, emprestar um livro a um amigo é compartilhar arquivos. Um estudo diz que um livro comprado geralmente pode ser lido por cinco, até dez pessoas. Isso é compartilhar arquivos. O ... Autor:Hugo Maximo Categoria:Sociedade Acessos121 Avaliações1 Avaliação Média2 Publicado em2008-01-06 Pulp Fictions"Coisas estranhas e instigantes acontecem e nos fazem sonhar com o que a ficção especulativa brasileira poderia fazer, adaptando influências estrangeiras, descobrindo estratégias para a representação da realidade local, se as condições fossem outras." Roberto Causo Pulps A história dos Pulps começa em 1896, quando o editor Frank Monsey resolveu transformar uma revista para meninos, The Argosy, numa revista de ficção adulta. O papel, mais barato, era feito da polpa da árvore, daí o nome pu ... Autor:Hugo Maximo Categoria:Sociedade Acessos205 Avaliações0 Avaliação Média0 Publicado em2008-01-06 Livre é diferente de grátisO que leva um autor a disponibilizar seu trabalho livremente na internet [ ou em qualquer outro meio ] é a divulgação. O termo gratuito é relativo, já que há algum custo envolvido na parte de produção, mesmo em se tratando de um arquivo digital, como criação, tempo de produção, manutenção de link e do próprio site ou blog. O preço de uma obra sempre é simbólico, tendo em vista a impossibilidade de quantificar em um valor monetário o tempo de aprendizado, criação, dedicação, originalidade ... Autor:Hugo Maximo Categoria:Sociedade Acessos136 Avaliações0 Avaliação Média0 Publicado em2008-01-06
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