O MARTÍRIO NA CRUZ INVERTIDA

OS CRUCIFICADOS COM A CABEÇA PARA BAIXO

São poucos aqueles que conseguem desvendar o significado para a crucificação empregada como figura dentro dos estudos dos símbolos religiosos. Antes de entrar mais a fundo neste simbolismo é preciso dizer que existem duas classes de espíritos que podem ser simbolizados como crucificados, ou seja: A classe dos espíritos celestes ou espíritos de luz incriados ou Cristos, e os espíritos ímpios gerados pelas almas aqui em nosso planeta. Os espíritos nascidos na terra são a fonte de energia que concede vida para as novas almas que nascem e compartilham um corpo humano administrando todos os órgãos e seu funcionamento durante a existência enquanto este corpo animal viver. O espírito gera a energia para a alma existir e esta por sua vez gera e mantem o corpo físico enquanto seus órgãos vitais corresponderem. A palavra alma deriva de “anima” no sentido de animar, manter animando ou em funcionamento. Os espíritos animadores devem ser considerados como deuses ou “entus” e as almas existem por estarem “entusiasmadas” com a vida ou seja com entus+iasmo que significa estarem com deus manifesto ou entusiasmada. O planeta e tudo o que o anima é apenas “um reflexo” daquilo que existe anteriormente em espírito ou em forma de energia. O símbolo cristão empregado para a crucificação de Jesus, significa por detrás do véu o seguinte: A cruz representa um lugar de martírio, de sofrimento, ou seja; a cruz representa uma permanência temporária “pregado em corpo físico”, em verdade o que está sendo crucificado é um espírito iluminante ou espírito Cristo, em decorrência disto é que se criou o simbolismo da ressurreição que nada mais é do que a volta do espírito incriado para seu reino, simbolizado na religião como sendo o céu, lar dos espíritos divinos e iluminantes ou estrelas celestes. Na cruz invertida iremos encontrar o símbolo para os espíritos gerados no planeta , os espíritos que nasceram em trevas opostamente aos do reino de luz, e este é um reflexo no espelho da criação, portanto uma imagem está invertida em relação a outra. Os espíritos dos reino de luz existem como espíritos puros sem a necessidade de terem alma visto que não possuem corpo físico para animar, nas escrituras são representados como sendo virgens ou eunucos, visto que alma nas escrituras está simbolizada como sendo mulher, esposa, mãe, filha ou irmã, em resumo uma fêmea e o espírito no simbolismo cristão é macho, deste conceito nasceu o sentido dado aos anjos. Os espíritos celestiais são imortais e os “filhos do mundo” são mortais e se não se iluminarem para “subirem” e serem “adotados” como filhos de Deus, permanecerão no mundo de trevas ou seja, as “serpentes inteligências enganadoras” condenadas a comer pó e se rastejar na matéria humana. Esta compreensão quando alcançada permite uma sequência de retiradas de véus que somente podem ser alcançadas por aqueles que não desejam permanecer cegos e querem ser curados para ver a luz.

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