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ALIENAÇÃO GRITOS QUE NÃO SE HOUVE.
O dano é liquido e certo, as crianças perdem as referencias, passam a acreditar em algo que não vivenciaram, após a fase infantil, quando possuírem capacidade para discernir, estas ficaram sentindo-se culpadas, pois, vão acreditar que fizeram parte deste plano sórdido, muitas vezes o mal será irreversível. As consequências podem se agravar, o dano propriamente dito poderá ser leve, onde o alienado terá dificuldades para se relacionar, acreditar nas pessoas e futuros pretendentes. No caso moderado, estes poderão ter envolvimento com drogas leves, alcoolismo, pequenos delitos... Já nos casos onde se caracteriza um dano intenso, pesado, estes adultos ou até mesmo adolescentes poderão praticar crimes mais pesados, drogas de grande poder de destruição, homicídios, e inclusive o suicídio.
Este é o resultado de "pais" que um dia juraram amor mútuo, e hoje aniquilam suas sementes.No minha opinião existe uma grande parcela de responsabilidade do poder judiciário, pois, este deveria ser mais célere, e realmente visar o melhor interesse do menor, a morosidade apenas serve de combustível para alienador.
Não se deve atribuir esta responsabilidade a questão econômica, pois, já é cediço que amor o verdadeiro, é incondicional, e quem aliena os filhos certamente não sabe o verdadeiro significado desta pequena palavra. O estado deveria na minha opinião ser mais enérgico, e na dúvida de um possível abuso, o juiz deveria intimar imediatamente e "tirar a história à limpo"
dessa forma frustrando ou punindo de forma exemplar a quem de direito. Uma justiça bem feita é aquela que pune exemplarmente, ao mesmo tempo que inocenta e protege, principalmente aqueles que ainda não conseguem se proteger, os filhos. No caso de uma denuncia verdadeira existiria a salvação, porém no caso de uma falsa denuncia, os filhos permaneceriam em risco, ao lado do alienador.

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